A língua inglesa possui uma rica tradição de substantivos coletivos descritivos para grupos de animais – desde um “assassinato” de corvos até um “parlamento” de corujas. Mas que animal é chamado de “amuleto”? A resposta está no mundo brilhante e alegre dos tentilhões.
As Origens do “Charme”
O termo “charme” descreve especificamente um grupo de tentilhões, e é um nome adequado dadas as suas cores vibrantes e canções melodiosas. A própria palavra vem do inglês antigo c’irm, originalmente referindo-se ao seu twitter animado. Ao contrário das classificações científicas, estes substantivos coletivos não tratam de uma taxonomia precisa, mas, em vez disso, capturam algo do sentimento que estas criaturas evocam.
Por que os substantivos coletivos são importantes
Os substantivos coletivos não são simplesmente decorativos; eles destacam o comportamento animal. Alguns são funcionais – um “salto” de leopardos sugere movimento repentino, uma “gangue” de alces implica ação coordenada e um “aquecimento” de crocodilos evoca quietude. Um “encanto” dos tentilhões é diferente. Ele não descreve o que eles fazem, mas como aparecem: brilhantes, rápidos e sociáveis.
Além dos tentilhões: outros grupos de animais vívidos
A língua inglesa está repleta de outros termos evocativos para reuniões de animais:
- Um bando de perdizes
- Uma travessura de pegas
- Uma matilha de lobos
- Uma maldade de corvos
- Um negócio de furões
- Uma viagem de cabras
- Um elenco de falcões
- Um cardume de arenque
- Uma viagem de dotterel
- Um cete de texugos
Esses termos originaram-se de antigos guias de caça, folclore e dialetos regionais. Embora não sejam usados em estudos científicos modernos, eles continuam sendo uma parte apreciada da tradição animal inglesa.
Encontrando um encanto na natureza
Da próxima vez que você vir uma enxurrada de pequenos pássaros coloridos voando pelo seu jardim, lembre-se da palavra: um encanto. É uma descrição adequada para criaturas que trazem alegria simplesmente por estarem presentes.
Os substantivos coletivos servem como lembretes de que a linguagem não apenas rotula a realidade, mas molda a forma como a percebemos. Um “encanto” de tentilhões não é apenas um grupo de pássaros; é um momento fugaz de beleza, capturado em uma única palavra.





























